Escolas no Brasil – Veja como são!

Ciudad de Dios, uma das favelas do Rio, continua sendo a protagonista da violência no Brasil. Seis mortos e três feridos foram deixados pela mais recente operação policial contra uma gangue de drogas acusada de matar um policial: número 40 até agora este ano. Análise da SEMANA.

Além de paisagens idílicas, do futebol na praia e do Cristo Redentor, o Rio de Janeiro coexiste há várias décadas com uma violência incentivada pelo narcotráfico e pelo crime comum.

As favelas e algumas ruas encenam um câncer que se metastatizou no Brasil. A gigante sul-americana vê como uma de suas cidades mais importantes e belas está imersa na insegurança devido aos problemas que vem arrastando há anos e aos atores que a incentivam.

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No Rio, estima-se que existam cerca de 968 favelas, onde vivem entre 1,5 e 2 milhões de pessoas, um quarto de sua população total. Neles três grupos coabitam. As gangues de drogas que impõem suas leis onde não há Estado; as milícias armadas, grupos formados por ex-oficiais e policiais corruptos que extorquem a população e os narcotraficantes.

E os militares, altamente criticados pelas operações violentas que realizam contra os outros dois grupos, nos quais os civis quase sempre morrem.

FIES

Qualquer um desses três grupos tem muitos motivos para interromper o pedido na área. Os mesmos policiais e militares se envolveram em vinganças pessoais contra traficantes de drogas, que tendem a aprofundar os problemas sociais e econômicos das famílias que permanecem no fogo cruzado.

Só em 2017, 16 tiroteios diários mataram duas pessoas em média. No final do ano, a violência deixou 6.731 mortos, dos quais 100 eram policiais. É por isso que Michel Temer, presidente do Brasil, decidiu decretar em fevereiro a intervenção federal e militar do Rio com o objetivo de enfrentar o que chamou de “uma nova crise de segurança”.

Desde que a Constituição foi reformada em 1988, nenhum chefe de Estado havia optado por esse recurso, projetado apenas para o caso de uma guerra civil. Os oponentes concordaram que o medo com essa decisão só queria elevar sua imagem impopular com as visões definidas nas eleições de outubro.

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Apenas duas semanas depois, apareceu a vereadora Marielle Franco, que sempre foi contra a violência policial e participou de uma Comissão Parlamentar de Inquérito. Que em 2008 desmascarou e puniu vários ativos das milícias, até então intocáveis.

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Embora a hipótese de que as milícias tenham sido culpadas pelo assassinato de Franco tenha soado a partir de semanas atrás, somente em meados de abril o Executivo decidiu sobre o assunto para dizer que “muito provavelmente” a responsabilidade recaiu sobre eles.

ambivalência Governo sobre Temer mostra o que há anos era evidente: cumplicidade do Estado com esses grupos ilegais que, desde os tempos da ditadura militar (1964-1985), sempre o viram como um mal menor boleto do FIES 2019.

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De fato, desde os primeiros anos da última década – um dos tempos mais violentos -, as comunidades do Rio de Janeiro viam com bons olhos a “segurança” oferecida por esses expoliaries, a maioria deles corruptos.

Um contexto de abandono do governo em muitos bairros, juntamente com a corrupção de uma polícia violenta e mal paga, serviu como um terreno fértil para que se expandissem até dominarem, através da extorsão, uma boa parte dos negócios das favelas, da televisão. por fio para a internet.

São considerados herdeiros dos esquadrões da morte, que na ditadura contrataram comerciantes e caciques políticos para “limpar” os subúrbios do Rio de Janeiro de criminosos e adversários desconfortáveis. Ele contou à AFP José Claudio Souza Alves, analista da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Apenas uma dessas milícias a que se refere Souza pode atingir mais de 20 milhões de reais em receita por mês.

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